"Gamora" a mulher mais mortal do universo tem seu volume solo escrito pela incrível roteirista Nicole Perlman e magistralmente ilustrada por Marco Checchetto.
Perlman estabelece uma espécie de "Ano Um" para nossa guardiã em sua solo, trabalhando suas motivações e dando justificativas a seu temperamento e sentimentos que já conhecemos das páginas de Guardiões da Galáxia. Ao mesmo tempo ela desenvolve Nebulosa, a filha rejeitada, que por mais que se esforce vive dos esporros daquele que tanto admira, o temível titã Thanos.
Os quadros em que vemos Gamora no interior da nave do Titã Louco me passaram perfeitamente o sentimento de solidão, conflito e de espírito quebrado. Ainda mais pelo vazio no cenário que Checchetto traz para o "quarto" da Gam, dando o simbolismo de o quão pequena ela se sente.
O que move a personagem é esse sentimento voraz e vingativo, que foi o único sentimento ao qual conseguiu se agarrar após a tragédia de seu povo Zen Whoberi e ter se tornado uma das armas mortais de Thanos.
É interessante ver esse vazio estabelecido para Gam no volume de Perlman, que torna ainda mais crível o sentimento de traição que ela sente por Peter Quill no arco Guerra Civil II, quando seu líder além de mentir sobre a residência de Thanos na Terra, dá seu apoio à Carol Danvers, à Capitão Marvel, que no momento estava tratando Gamora como uma infratora.
Veremos se a personagem continuará a ter seu interior desenvolvido em Novíssimos Guardiões da Galáxia V1 que será o run de Gerry Duggan na equipe espacial no pós-Guerra Civil II onde se encontrou um conflito intenso nos mesmbros da equipe.



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